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Ultrassom para Mapeamento de Endometriose

Ultrassom para Mapeamento de Endometriose
19 de junho de 2018 Dra. Lilian Serio
Considerado, nos dias atuais, o melhor exame para o diagnóstico de endometriose, o ultrassom transvaginal para mapeamento de endometriose é fundamental para um correto diagnóstico desta temível doença. Todas a mulheres com suspeita de endometriose, seja pela presença de dor pélvica crônica, seja pela ocorrência de infertilidade devem ser avaliadas quanto à necessidade deste exame.
Este ultrassom deve ser realizado com um determinado preparo de intestino e deve, sempre, ser realizado por profissionais capacitados para tal. Esse é um ponto fundamental, para se fazer uma análise adequada é preciso que o profissional médico esteja qualificado, para isso é necessário haver um treinamento adequado. Portanto, não basta saber realizar um ultrassom transvaginal é preciso saber e conhecer as particularidades deste tipo específico de exame.
Trata-se de um exame demorado e detalhado que dará excelentes informações sobre a presença, grau e local da possível endometriose na cavidade pélvica-abdominal e seus órgãos. Este ultrassom serve ainda como um preparo para a abordagem cirúrgica, caso esta seja necessária.
Hoje, é o padrão ouro, ou seja, o melhor exame para diagnóstico de endometriose. A segunda melhor avaliação para esta patologia pode ser obtida pela ressonância nuclear magnética da pelve, um exame que, também, se realizado por profissionais experientes poderá proporcionar um excelente diagnóstico da doença.
A mensagem que fica é que esses exames são os mais eficientes nos dias atuais e que precisam ser, sempre, realizados por mãos experientes, fazendo parte fundamental da rotina de mulheres com dor pélvica crônica e infertilidade.
Jamais se deve negligenciar a pesquisa da endometriose em casos de dor pélvica e infertilidade. Esta doença é bem mais comum do que se imagina, estando presente em aproximadamente 40% das mulheres que tem alguma dificuldade em engravidar e é a principal causa de dor pélvica nas mulheres em idade fértil.
Fonte: SBE – Sociedade Brasileira de Endometriose, 2018.
Texto escrito pela Dra. Lilian Serio, médica especialista em Medicina Reprodutiva. Sócia e Diretora da Clínica Fertibaby Ceará.

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